| Frágil. |
10Set2007 00:00:00 |
Preciso cair Não quero mais estar onde apenas posso falar Quero alcançar um pouco mais, voar Em cada letra que escrevo Penso num novo caminho Por onde possa encaminhar as palavras! Tantas vezes chego a um ponto sem retorno E me lembro quem sou Quem fui e quem penso que serei? Apercebo-me de quão efémero É o sangue que me corre nas veias De quão frágil é embalagem Em que colocaram a minha personagem! Uma passagem na agitação Pequena palha que rasga o brisa Enquanto não lhe quebram a ilusão E dilaceram o mundo de fingir! Preciso cair, para ver! Quero escrever o sangue a ferver, E fazer o sangue correr nas palavras Deixá-lo escrito nas letras Uma marca pelas horas de amor Um marco pelas horas de dor. Para que me lembre o choro E me recorde o meu rótulo: Frágil. Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (210)
|
| Não sei! |
07Set2007 00:00:00 |
 O estado completa-se As notas vão sendo jogadas contra a parede Um primeiro sussurro rompe o silêncio As horas começam a espalhar-se pelo chão Enquanto a alma se arrasta nelas. Os momentos param E as horas inertes! Passageiro de momentos Procuro nesses tempos O gosto vago da plenitude e onde estou? Onde vou? Não sei! Não quero dizer! Quem sou? Não sei exprimir Sou a escrita e o prazer Pedaço do teu ser, que queres encobrir! Por detrás das palavras que roubas, Ainda escrevo para ti! Não me peças mais letras São minhas! Não me peças mais sentimentos! São meus! Chega do meu mundo! É tempo de rasgares a caneta e partires o papel! Viver o mundo sem cabulas e sentir a vida na pele! Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (188)
|
| Estranho |
04Set2007 00:00:00 |
Soltei teus os peixes, Correram pelo teu ar exausto de viver! Enquanto os teus pássaros Nadavam na tua terra de magoa? Voava lá em cima o teu rebanho No meio da água, Procurando o que mastigar! Tornaste o teu mundo estranho, Só porque um dia não me quiseste mais amar. Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (59)
|
| letras |
28Ago2007 00:00:00 |
 Sou o eclodir das letras Numa pauta de musica Onde tu não entras Nem a tua presença fica. Tu és o esquecimento Que reveste o meu momento És o terno partir Que deixou no meu olhar Vontade de ir E não voltar! És os pedaços fragmentados De uma canção que um dia quis tocar Mas hoje os estilhaços Cortam a minha vontade de cantar E tu apenas existes no mais longínquo pensamento Onde tu és apenas momento Em que as letras abrem os olhos E voam ao som dos primeiros pedaços de luz? Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (125)
|
|