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Notas de silêncio


- 14Dez2018 19:03:20
Sinto-me uma concha vazia
Onde apenas existe tempo...
E eu apenas existo nele.








__________________________________________THE END____________________________________________________


Fonte: http://www0.fotolog.com/notas_d_silencio/18143871/?utm_source=main&utm_medium=rss&utm_campaign=feed

- 14Dez2018 19:03:20

- 14Dez2018 19:03:20
Um pouco mais de tempo
Era tudo o que queria
Para que a noite fosse dia
E o dia fosse mais que tempo…
Não queria horas largas
Nem pontes compridas
Não deixava de viver as emoções amargas
Nem as paixões despidas
Queria apenas um pouco mais
Dessas horas intemporais
Onde tudo se conjuga no mais que perfeito
Mas o tempo não deixa remarcar os números
Tudo corre ao seu jeito
Sem tempo para improviso
Sem tempo para representar
Deixamos ao mundo um aviso
O mundo pode não acabar
Mas nós deixamos ficar inacabado
Cada segundo que não é aproveitado…
Um pouco mais, apenas um pouco mais
Diz o sol quando cai,
Diz a lua quando desaparece no ar
Diz a maré quando se vai
E a areia depois de voar…
Tudo quer um pouco mais
Mas tudo se esquece de dar …



De volta, cansado... Sexta devo voltar aqui e comento quem cá tem vindo. e ás pessoas que vieram aqui pela primeira vez, obrigado. Passo pelos vossos sexta.

beijos e abraços

Fonte: http://www0.fotolog.com/notas_d_silencio/18102864/?utm_source=main&utm_medium=rss&utm_campaign=feed

- 14Dez2018 19:03:20
Hoje deixo um pouco de mim repousar
Sentir por entre as palavras no chão
Um pouco de ar
Um pouco de calma ilusão
Quero enganar a minha sanidade
Viver a verdade
Como uma flor fechada
Uma obra inacabada…
Não quero olhar e ouvir
Escutar o mundo dizer
Tudo o que tenho de sentir
Tudo o que tenho de viver
Quero ver aquelas planícies de incertezas
E viver cada beijo como o primeiro
Quero sentir cada toque como o ultimo
Quero viver tristezas
Consumir alegrias
Rasgar a vida e leva-la comigo
Sentir as mãos frias
Sentir a falta de um abrigo
Quero sentir o calor
Sentir amor…
Descer as montanhas gélidas
De um branco puro
Sem beber as aguas tépidas
De um existir atrás do muro…
Não quero ver a vida,
Nem ouvi-la
Não quero tocar-lhe ou senti-la…
Quero simplesmente sê-la…




vou andar ausente. ferias :) yupi! tava a ver que nao!

abraço a todos e bigado por tudo!

Fonte: http://www0.fotolog.com/notas_d_silencio/17948997/?utm_source=main&utm_medium=rss&utm_campaign=feed

- 14Dez2018 19:03:20
As noites esvaziam-se no teu olhar,
Como as águas no fogo do verão...
Consome-me a tua ausente presença,
Não sou mais que o reflexo de uma paixão
Que me faz chorar os tempos perdidos
Que me faz querer parar o tempo e voltar atrás
Mas o tempo cruel não volta
E eu sou apenas rotina passageira
Que nada tem para se orgulhar
Sem voto ou sentença
Continuo com os meus sonhos estendidos
Estendidos nos mantos verdes das praias douradas
Por detrás das dunas pintadas
Jazem inertes as minhas ânsias
Ainda neles existe um pouco de ti que me faz tentar...
Olho mais uma vez o retrato pintado por dedos destros
Retratando a beleza em si
Olho de novo para ti
Mas não vejo em tal retrato o mais desejado
Não vejo o meu reflexo em teu olhar
Volto-me para o espelho, não sou eu
Apenas o reflexo ficou, o resto o tempo apagou
Apenas vagueio pelas ruas do tempo
Procuro nas esquinas da paixão por ti
Mas já não te encontro aqui
Uma pequena lágrima desce agora o meu rosto
Sinto-a a descer ao meu espírito
Não a controla a razão
Mas os contornes da vida é que lhe dão direcção
Tento sacudir de mim esta tristeza
Mas volta a mim como um boomerang sempre volta à sua posição
Em mim tudo vai, tudo volta,
Nada fica excepto a tua presença...
Que me magoa, me complica
Pintados nos cristais do porvir continuam a esperança e o desejo
Pois em mim permanece a paixão por um único beijo
Mas deixas-te apenas o perfume nas pétalas da vida
Para me recordares a essência perdida
Para que em mim as horas não passassem em rodopios constantes
Mas na doce sonolência da tua fragrância
Não adormeci, acordei, manteve-me acordado esta essência
Que desperta em mim sensações que me fazem mergulhar no infinito
Eu que nada sou, torno-me algo
Por meros instantes enfrento o mundo com um medo finito
Mas à noite abandona-me o teu aroma,
Vai-se a luz do teu quadro
Fico só, em meus sonhos volto a sonhar
Pois até destes voaste,
Tento andar mas apenas caminho,
Hesitante procuro um pouco de luz
Mas deixas-te o meu caminho para trás
E agora tropeço pelos caminhos escritos mas inacabados
Das estradas vistas mas não entendidas
Tornam-se esquivos os meus motivos
Mas logo amanhece e volta o doce bálsamo da manhã
Sento-me, olho o teu retrato, deixo cair o cansaço
E agora posso estar contigo...




Este é o meu poema favorito. Faz parte do meu livro que fez hoje um ano, agradeço a todas as pessoas que tornaram isto possível, e que me acompanharam durante todo o processo. Agradeço também a todas as pessoas que me aturam e me apoiam todos os dias e agradeço muito a todas as pessoas que estiveram hoje comigo. Obrigado. Grande, grande dia!

Beijos e abraços a todos os que aqui passam!


Fonte: http://www0.fotolog.com/notas_d_silencio/17908205/?utm_source=main&utm_medium=rss&utm_campaign=feed