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E agora?
28Jun2007 00:00:00
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roubas-me a calma das palavras
tiras as letras do lugar
escondes a sede com que lavras
por pedaços de historias de encantar...

és sonho que ninguém ousou sonhar
numa terra que ninguém quis pisar
intensidade que dói
alma que destrói...

chega da tua historia
agora é a minha hora
a minha vitória
está em ir agora embora.

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Corpos editora
26Jun2007 00:00:00
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A corpos editora fará mais um evento literário no dia 29 de Junho de 2007 (Sexta Feira) no bar Blá Blá, em Matosinhos, pelas 22h30m.
Considerem-se convidados.

Será também o dia do lançamento oficial do "Corpos Noticias" nº1 (jornal mensal gratuito da nossa editora) O evento contará com as seguintes actividades:

- Espectáculo poético de Ex-Ricardo dePinho Teixeira com a participação de Ironic Salazar, Pedro Romualdo e Elisa Nair.

- Espectáculo Poético de Anthero Monteiro e Luís Filipe Carvalho.

Lançamento dos seguintes Livros :
-José Torres "A tristeza matou os peixes que nadavam nos teus olhos"
-Mário Margaride "O Eco das Palavras"
-A. Marks "Argus"
-Bruno Resende "Subterfúgios"





DJ´s: Miguel TT e Pedro Killer

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o barco passa tenue pelo meio do rio. sentes o ond...
26Jun2007 00:00:00
Publicado por:
o barco passa tenue pelo meio do rio. sentes o ondular das aguas encoar na estrada das maguas
e tud

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Cansaço
21Jun2007 00:00:00
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Estou cansado de jogos e batalhas por uma coisa chamada mediocridade. se queres levar o mundo contra mim, fá-lo. usa tudo o que tiveres no teu alcance. Vais fazer-me um favor, vais livrar-me da hipocrisia que me rodeia. ando cansado dos teus jogos de está tudo bem e só quero é paz, sinceramente cada palavra que me dizes sabe-me a mentira e sabes qual é o sabor? É o mesmo que quando os teus lábios tocavam os meus. Vai-te já não pertences aqui e leva todos os que te pertencem. Preciso de ferias da tua inveja.

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Fronteira
18Jun2007 00:00:00
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Sinto todo o meu arrepio
Juntar se no coração
Como a dor de uma facada
No último instante cravada?
Enquanto desapareces no fim da minha visão
As minhas veias vão ficando secas
A dor já é leve, ténue até
Diz-me porque me fizeste ter fé?
Se tudo o que querias eram palavras doces
Com um cheiro à tua infância
Tudo o que querias era que fosses
De novo liberta, protegida do mundo de inconstância
Querias uma mão para agarrar
Não aquela mão que tenta segurar
E tenta acompanhar.
Sinto um arrepio incontido
Esmagar a minha alma contra as paredes do corpo
Quer sair, mas a faca
A faca ainda a prende contra si mesma
É suicídio,
Um esforço doentio
Para quebrar a faca antes do final
Quando tudo quer ficar é difícil arrancar
Tudo parece mal,
Parece quebrar?
Tapo os olhos, oiço o que deixaste de coração
Naquela prateleira onde nunca conseguiste chegar
Bate suave, compasso incerto
Uma melodia sem ritmo
Sinto-o longe, mas bate perto
De olhos fechados toco a faca,
Seguro-a na minha mão
Tiro-a lentamente,
Enquanto sinto o fio largar-me o coração
A confusão é um momento convincente
Quero viver, mais do que tu tens a querer
Quero rasgar toda a pele que te tocou
Deixa-la aqui junto da faca que me magoou
Deixar esta rua onde o mundo parou
E a verdade soou,
Triste, simples e minha.

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